Dor de dente? A endodontia pode solucionar este problema!

Você está com dores em um dos dentes e o seu dentista lhe oferece o tratamento endodôntico. Mas você sabe o que isso significa? “Endo” significa “dentro/interno” e “dontia”, significa dente. Ou seja, trata-se de um tratamento da parte interna do dente chamada de polpa, que pode curar lesões ou doenças do nervo ou da raiz. É mais conhecido popularmente como “tratamento de canal”.

O tratamento endodôntico é utilizado quando o dente tem algum trauma mais profundo, seja ele proveniente de cárie ou alguma fratura. Este trauma pode causar danos irreversíveis ao nervo, por isso é tão importante fazer o tratamento. Quem se submete a ele mantém o dente sadio, sem a necessidade de extração ou implantes. Sem falar que todo o incômodo com as dores é anulado. Durante o procedimento, em geral usa-se anestesia, mas há casos em que ela não é necessária.

Para detectar a necessidade ou não de um tratamento endodôntico e descartar um problema de outra ordem (como periodontal, por exemplo), cada vez mais os dentistas contam com os avanços da informática e da tecnologia digital. O uso de equipamentos automatizados permite maior praticidade e rapidez na execução dos procedimentos clínicos, auxilia na realização de um diagnóstico mais preciso, qualificando ainda mais o atendimento oferecido.

De um modo geral, há alguns sintomas que dão o sinal de que o paciente precisará de um tratamento endodôntico, como: dente com alteração de cor, com presença de restauração ou cavidade de cárie, contatos prematuros (em oclusões), desgastes, fissuras ou fraturas coronárias, presença de tumefação (aumento do volume do tecido), presença de fístula (quando há a comunicação entre duas vísceras), entre outros sintomas.

Para fazer o procedimento, o dentista faz uma abertura no dente, remove a polpa infeccionada e preenche o canal). Após o preenchimento, é feita a restauração do dente.

Portanto, o paciente deve procurar o dentista o mais rápido possível quando sentir dores ou incômodos. Recomenda-se normalmente uma consulta de seis em seis meses. Assim, evita-se que o problema se agrave, podendo ocorrer complicações, como a necessidade da extração, febre, dores fortes, ou até mesmo doenças cardíacas em função das bactérias desenvolvidas na boca.

É importante lembrar que nem sempre quando o paciente sente dor ele precisa ser submetido a um tratamento endodôntico. Até porque muitas vezes a dor em um dente não significa que o mesmo esteja “doente”, pois ele pode refletir o problema de um dente vizinho. Há ainda pessoas que são sensíveis a frio e calor, por exemplo, ou mesmo podem sentir dores por outras causas. Tudo deve ser investigado pelo profissional, que indicará o melhor tratamento a ser feito.

Há ainda outra questão: para alguns pacientes o tratamento endodôntico não é indicado, como mulheres grávidas, pessoas com pressão alta, marca-passo e pacientes que utilizam determinados tipos de medicamentos ou com alguns problemas cardíacos. Nestes casos, a avaliação deve ser ainda mais minuciosa.


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